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Perguntas frequentes

Atendimento no INCA

1) O que é necessário apresentar para ser atendido no INCA?
Depende do tipo de câncer. Desde 5 de agosto de 2013, os procedimentos para primeira avaliação em seis serviços nos hospitais do INCA mudaram e somente atendem pacientes encaminhados por meio da Sistema de Regulação do Município do Rio de Janeiro (Sisreg). No HC I, atendem nessa nova modalidade os serviços de Neurocirurgia; Cirurgia Torácica; Cirurgia Geral - oncologia; Urologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço. No HC II, a mudança foi implementada no Serviço de Ginecologia Oncológica.

Caso seja encaminhado para o INCA, é necessário que o paciente se apresente na data agendada portando dois formulários fornecidos pela Unidade de Atenção Primária de Saúde (Encaminhamento de Usuários e Autorização de Procedimentos Ambulatoriais) e o documento de identidade.

O Sistema gerencia as vagas disponíveis e define onde será feito o atendimento, segundo critérios como proximidade com a residência do paciente e complexidade do caso. O objetivo principal é dar mais conforto para o paciente, que não precisará se deslocar por longas distâncias, e reduzir as filas de espera. Desde 2011, já são encaminhados para o INCA pelo Sisreg pacientes com câncer de mama. O Sistema também já funciona em outros estados do Brasil.

2) E para ser atendido nos outros serviços que ainda não recebem pacientes via Sisreg, como devo fazer?

A avaliação inicial quanto a adequação aos critérios para matrícula no HC I para os serviços de Pediatria, Hematologia, Dermatologia e Oncologia Clínica são realizadas na Triagem da unidade, localizada na Rua do Rezende, 124, ou nas clínicas para onde os pacientes forem designados. O horário de funcionamento da Triagem é das 7h às 11h30, de segunda a sexta-feira, e os telefones para contato são (21) 3207-4579 e (21) 3207-4508.

3) Quem faz o primeiro atendimento?
O primeiro atendimento no INCA é realizado por médicos especialistas, que avaliam cada caso. Após esta análise, e havendo possibilidade de tratamento oncológico específico (cirurgia, quimioterapia ou radioterapia), é feita a matrícula do paciente no Instituto, com a abertura do prontuário médico. Quando não há indicação para tratamento no INCA, os casos são reencaminhados, com orientação, às unidades de origem.
 
4) Onde é feito o tratamento no INCA?
As unidades hospitalares do INCA, integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS), oferecem tratamento integral. O HC I atende adultos e crianças com diversos tipos de câncer, enquanto o HC II trata mulheres com câncer ginecológico e pacientes com tumores malignos dos tecidos ósseo e conectivo e o HC III cuida exclusivamente de doentes com câncer de mama. Já o HC IV admite apenas pacientes encaminhados pelas unidades do próprio Instituto para cuidados paliativos. O Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO) recebe doentes do INCA ou encaminhados por especialistas de outras instituições.

5) Como faço para realizar exames no INCA?
O INCA só faz exames em pacientes que já estejam em tratamento no Instituto.

6) Não moro no Estado do Rio. Posso ser atendido no INCA?

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza atendimento gratuito em hospitais conveniados por todo o País. Para saber a unidade mais próxima de sua residência, acesse: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/cancer/site/tratamento/ondetratarsus/

 

 

Tratamento no SUS

 

1) Quem tem direito ao tratamento pelo SUS?
A atenção à saúde no Brasil é de acesso universal, isto é, todo cidadão tem direito a atendimento gratuito. O Ministério da Saúde garante o atendimento integral a qualquer doente com câncer, por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS. Atendimento integral significa proporcionar ao doente todos os cuidados de que necessita para a cura ou o controle da doença incluindo as medidas de suporte para os tratamentos, cuidados paliativos e reabilitação para a reintegração social daqueles que ficam com sequelas da doença ou do tratamento.

 

Planos de Saúde

 

1) Quais as normas para quem tem plano de saúde?

O tratamento oferecido pelos planos de saúde obedece a legislação própria, da chamada Saúde Suplementar, que é de caráter geral, sem conteúdo específico para os  tratamentos de câncer. Os planos constituídos após a vigência da Lei nº 9.656/98 têm os procedimentos para tratamento de câncer relacionados em um Rol de Procedimentos publicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Para os planos constituídos antes de 2 de janeiro de 1999 e ainda vigentes, a cobertura a ser garantida é a que consta das cláusulas contratuais acordadas entre as partes. Respostas às dúvidas em relação à cobertura de tratamento por planos de saúde, podem ser obtidas consultando-se a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS ou pelo Disque ANS: 0800 701 9656 .

 

HPV

 

1) O que é o HPV?
É a sigla em inglês para papiloma vírus humano, vírus da família Papilomaviridae, capaz de provocar lesões de pele ou mucosa. O HPV é diagnosticado pelo exame preventivo ginecológico e é contraído por meio de relações sexuais e manipulação dos órgãos genitais. Assim, o contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital pode transmiti-lo, ao contrário de muitas doenças sexualmente transmissíveis que necessitam de uma considerável quantidade de secreção contaminada para haver propagação.Não é possível detectar quando a pessoa foi infectada.Os sintomas podem só aparecer meses ou até anos depois do contato.O vírus HPV pode ficar adormecido no organismo por meses ou até anos, sem ocorrer a manifestação das verrugas. O uso de preservativo não protege totalmente da infecção pelo HPV, mas é sempre recomendado.

 

2)  Quais os procedimentos para o tratamento do HPV?

O papanicolaou (preventivo ginecológico) é o exame específico para identificar a presença do HPV. Caso o médico julgue necessário, poderá sugerir um exame complementar do DNA do vírus para saber de qual subtipo se trata. Por isso, é importante fazer pelo menos um exame papanicolaou a cada três anos para evitar a progressão de uma possível infecção pelo HPV. O tratamento para os portadores de HPV é individualizado, dependendo do grau de extensão, número e localização das lesões. Pode ser utilizado laser, cirurgia de alta frequência (CAF), ácido tricloroacético, criocauterização, cauterização elétrica e medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo.

 

3) Diagnósticos sobre o HPV

As infecções por HPV podem ser clínicas (lesões visíveis), subclínicas (diagnosticadas pelo exame papanicolaou e colposcopia) ou latentes (diagnosticadas por testes de biologia molecular).Na maioria das vezes regridem espontaneamente de 12 a 24 meses. O tratamento é indicado para lesões visíveis ou alterações citocolposcópicas compatíveis com lesões precursoras do câncer do colo do útero.Na ausência de lesões visíveis e se o exame preventivo apresentar resultado dentro da normalidade, não há indicação de investigação adicional.

 

4) Para que serve a vacina contra o HPV?

A vacina é preventiva e indicada a meninas e mulheres entre  9 e 26 anos que ainda não tiveram contato com o vírus HPV. Mas não existe risco à saúde se uma pessoa que já teve contato com o HPV quiser se vacinar. A vacina faz parte do programa de imunização do SUS desde 2014 para meninas dos 9 aos 13 anos.

Para visualizar outras informações sobre o assunto, consulte o link no site do INCA.

 

Transplante de medula óssea

 

1) Como ser doador de medula óssea?
Para se tornar se tornar um doador de medula óssea é necessário:

-         Ter entre 16 e 55 anos de idade

-         Estar em bom estado geral de saúde

-         Não ter doença infecciosa ou incapacitante

- Procure o Hemocentro do seu Estado.Veja nestelink abaixo a lista com os locais de doação. Caso a sua cidade não conste na lista, são feitas campanhas para doação. Toda a estrutura é montada em algum lugar de fácil acesso e os interessados podem se inscrever como doadores de medula óssea. Fique atenta à imprensa local para saber quando haverá alguma campanha no seu município.

- Será retirada uma pequena quantidade de sangue  (5 ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais. Não esqueça de levar seu documento de identidade.

- O sangue será tipado por exame de histocompatibilidade (HLA), um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que vão ser cruzadas com os dados dos pacientes para determinar a compatibilidade.

- Seus dados e tipo de HLA serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME).

- Quando houver um paciente compatível, outros exames serão necessários.

- Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir quanto à doação.

 

2) Como é realizada a doação?

- A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação de 24 horas.

- A medula é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções. - O procedimento leva em torno de 90 minutos.

- A medula óssea do doador se recompõe em apenas 15 dias.

- Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples.

- Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana após a doação.

Há um outro tipo de doação chamado aférese. Nesse caso, o doador toma uma medicação por cinco dias. No dia da doação, a pessoa tem as suas células precursoras mobilizadas até o sangue por via subcutânea, para a obtenção de células-tronco circulantes. Neste caso, não há necessidade de internação nem de anestesia, sendo todos os procedimentos feitos pela veia.

A decisão sobre o tipo de doação é exclusivamente dos médicos.

 

Direitos dos pacientes com câncer

 

1) Paciente com câncer tem direitos especiais?

Conheça os direitos dos pacientes com câncer acessando a cartilha:

Orientações aos pacientes: Direitos sociais da pessoa com câncer.pdf

Provavelmente você irá encontrar o que deseja no Portal do INCA. Caso não encontre, por ser um caso muito específico, sugerimos que procure um advogado ou órgão específico para mais esclarecimentos.

 

 

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