Brasil e Cuba vão desenvolver projetos na área de Oncologia. Seminário no Rio será o próximo passo
Mar 24, 2010 - A visita do INCA a Cuba consolidou um projeto de cooperação científica entre os dois países. A parceria compreende um grupo de projetos – possivelmente sete – nas áreas de câncer de pulmão, colo do útero, mama e cólon e reto. Em junho, será realizado no Rio, com promoção do Ministério da Saúde, o Seminário Brasil-Cuba onde serão dados os próximos passos desta cooperação.
O diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, acompanhado do coordenador-geral Técnico-Científico da instituição, Luiz Augusto Maltoni, e do coordenador de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica, Carlos Gil Ferreira, visitaram o Centro de Imunologia Molecular (CIM) e o Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB), duas instituições de ponta em Cuba, e a Escola Latino-Americana de Medicina (foto), onde fizeram palestras. De acordo com Maltoni, as instituições são muito avançadas. “O desenvolvimento científico em Cuba está muito avançado, na produção de anticorpos monoclonais e vacinas terapêuticas. Muitos dos estudos são ainda de fase pré-clínica (antes dos testes em humanos) ou fase I e fase II".
A Fundação Oswaldo Cruz também participou da visita. Técnicos de Biomanguinhos - uma das áreas da Fiocruz- serão parceiros de especialistas do INCA nos grupos de pesquisa. “Estamos identificando os pesquisadores do INCA que farão a interlocução com os pesquisadores de Cuba em cada um dos projetos”, explicou Maltoni.
De acordo com o coordenador-geral Técnico-Científico do INCA, anticorpos monoclonais (base do tratamento contra o câncer que atinge apenas as células doentes), vacinas terapêuticas e novos medicamentos estão entre os projetos que serão desenvolvidos conjuntamente com os pesquisadores cubanos. “Há projetos que devem durar um ou dois anos e outros que podem durar mais de quatro anos.”
O financiamento para a concretização dos projetos está previsto no grande acordo de cooperação em diferentes áreas assinado pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, no ano passado. “Dentro desse convênio está incluída a cooperação na área de Saúde e dentro dessa cooperação, projetos na área de Oncologia”, revelou Maltoni.
Brasil e Cuba vão desenvolver projetos na área de Oncologia. Seminário no Rio será o próximo passo
Mar 24, 2010 - A visita do INCA a Cuba consolidou um projeto de cooperação científica entre os dois países. A parceria compreende um grupo de projetos – possivelmente sete – nas áreas de câncer de pulmão, colo do útero, mama e cólon e reto. Em junho, será realizado no Rio, com promoção do Ministério da Saúde, o Seminário Brasil-Cuba onde serão dados os próximos passos desta cooperação.
O diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini, acompanhado do coordenador-geral Técnico-Científico da instituição, Luiz Augusto Maltoni, e do coordenador de Pesquisa Clínica e Incorporação Tecnológica, Carlos Gil Ferreira, visitaram o Centro de Imunologia Molecular (CIM) e o Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia (CIGB), duas instituições de ponta em Cuba, e a Escola Latino-Americana de Medicina (foto), onde fizeram palestras. De acordo com Maltoni, as instituições são muito avançadas. “O desenvolvimento científico em Cuba está muito avançado, na produção de anticorpos monoclonais e vacinas terapêuticas. Muitos dos estudos são ainda de fase pré-clínica (antes dos testes em humanos) ou fase I e fase II".
A Fundação Oswaldo Cruz também participou da visita. Técnicos de Biomanguinhos - uma das áreas da Fiocruz- serão parceiros de especialistas do INCA nos grupos de pesquisa. “Estamos identificando os pesquisadores do INCA que farão a interlocução com os pesquisadores de Cuba em cada um dos projetos”, explicou Maltoni.
De acordo com o coordenador-geral Técnico-Científico do INCA, anticorpos monoclonais (base do tratamento contra o câncer que atinge apenas as células doentes), vacinas terapêuticas e novos medicamentos estão entre os projetos que serão desenvolvidos conjuntamente com os pesquisadores cubanos. “Há projetos que devem durar um ou dois anos e outros que podem durar mais de quatro anos.”
O financiamento para a concretização dos projetos está previsto no grande acordo de cooperação em diferentes áreas assinado pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, no ano passado. “Dentro desse convênio está incluída a cooperação na área de Saúde e dentro dessa cooperação, projetos na área de Oncologia”, revelou Maltoni.