INCA será sede da Coordenação da Rede de Biobancos da Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer
Sep 10, 2010 - Representantes dos países participantes da III Reunião da Rede de Biobancos da Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer (ALACCC) decidiram estruturar uma Coordenação Geral da Rede. Pelo seu papel pioneiro, o INCA foi escolhido como sede da primeira Coordenação Geral, e orientará a elaboração conjunta do Estatuto da Rede de Biobancos da ALACCC e das Diretrizes para o estabelecimento de biobancos com finalidade de pesquisa nos países que integram a rede. A reunião foi realizada nos dias 3 e 4 em Cancún, no México, com representantes do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru e Uruguai. Chile e Peru participaram pela primeira vez do encontro.
O Brasil vem contribuindo para a consolidação da Rede de Biobancos da ALACCC, fornecendo know how e treinamentos para a estruturação biobancos. “Alguns países já contam com bancos de tumores para pesquisa, mas outros ainda estão em fase de organização. É um momento único que nos permite promover a normatização de processos e estruturas dos biobancos da América Latina”, explica Gustavo Stefanoff, do Banco Nacional de Tumores (BNT)/INCA. Do INCA também participaram do encontro Ailse Rodrigues Bittencourt, chefe da Divisão de Enfermagem do HCI, que falou sobre "O papel do Gestor no Banco Nacional de Tumores (BNT)", e Paulo Camanho, supervisor da Divisão de Tecnologia da Informação.
Na reunião houve vasta troca de experiências em relação a: infraestrutura e financiamento, aspetos ético-legais na América Latina, gestão, custos de recuperação, Programas de Controle de Qualidade e pesquisa translacional vinculada aos biobancos. Também foram discutidos alcances da Rede ALACCC e convênios de colaboração da Rede com os EUA e a Europa.
“A utilização de amostras para fins de pesquisa coletadas nas instituições latinoamericanas facilitará a colaboração científica, priorizando projetos chaves para o desenvolvimento tecnológico e a promoção do controle do câncer na região. O trabalho em rede propiciará o desenvolvimento de projetos colaborativos com grande valor científico, principalmente pelas particularidades étnicas da região. Acreditamos que a consolidação da Rede de Biobancos contribuirá de forma significativa à consolidação da própria Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer”, enfatizou Stefanoff.
A próxima reunião da Rede de Biobancos da ALACCC está prevista para agosto de 2011, na Argentina.
INCA será sede da Coordenação da Rede de Biobancos da Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer
Sep 10, 2010 - Representantes dos países participantes da III Reunião da Rede de Biobancos da Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer (ALACCC) decidiram estruturar uma Coordenação Geral da Rede. Pelo seu papel pioneiro, o INCA foi escolhido como sede da primeira Coordenação Geral, e orientará a elaboração conjunta do Estatuto da Rede de Biobancos da ALACCC e das Diretrizes para o estabelecimento de biobancos com finalidade de pesquisa nos países que integram a rede. A reunião foi realizada nos dias 3 e 4 em Cancún, no México, com representantes do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru e Uruguai. Chile e Peru participaram pela primeira vez do encontro.
O Brasil vem contribuindo para a consolidação da Rede de Biobancos da ALACCC, fornecendo know how e treinamentos para a estruturação biobancos. “Alguns países já contam com bancos de tumores para pesquisa, mas outros ainda estão em fase de organização. É um momento único que nos permite promover a normatização de processos e estruturas dos biobancos da América Latina”, explica Gustavo Stefanoff, do Banco Nacional de Tumores (BNT)/INCA. Do INCA também participaram do encontro Ailse Rodrigues Bittencourt, chefe da Divisão de Enfermagem do HCI, que falou sobre "O papel do Gestor no Banco Nacional de Tumores (BNT)", e Paulo Camanho, supervisor da Divisão de Tecnologia da Informação.
Na reunião houve vasta troca de experiências em relação a: infraestrutura e financiamento, aspetos ético-legais na América Latina, gestão, custos de recuperação, Programas de Controle de Qualidade e pesquisa translacional vinculada aos biobancos. Também foram discutidos alcances da Rede ALACCC e convênios de colaboração da Rede com os EUA e a Europa.
“A utilização de amostras para fins de pesquisa coletadas nas instituições latinoamericanas facilitará a colaboração científica, priorizando projetos chaves para o desenvolvimento tecnológico e a promoção do controle do câncer na região. O trabalho em rede propiciará o desenvolvimento de projetos colaborativos com grande valor científico, principalmente pelas particularidades étnicas da região. Acreditamos que a consolidação da Rede de Biobancos contribuirá de forma significativa à consolidação da própria Aliança Latinoamericana e do Caribe para o Controle do Câncer”, enfatizou Stefanoff.
A próxima reunião da Rede de Biobancos da ALACCC está prevista para agosto de 2011, na Argentina.