Jan 30, 2012 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, desembarcou segunda-feira, 30 de janeiro, em Cuba, em comitiva da presidente Dilma Rousseff, com a missão de aprofundar ainda mais a cooperação em pesquisas, desenvolvimento de medicamentos e transferência tecnológica entre os dois países. Acordos bilaterais já existentes envolvem 38 projetos na área de saúde, 12 deles tidos como prioritários – referem-se principalmente à terapia e ao diagnóstico de diferentes tipos de câncer, tratamento de diabetes e produção de vacinas preventivas e terapêuticas. Na quarta-feira, 1º de fevereiro, a comitiva chega ao Haiti, país que teve liberados R$ 69,9 milhões no ano passado pelo governo brasileiro para ações de saúde, agricultura e defesa. O diretor-geral do INCA, Luiz Antônio Santini, integra a comitiva presidencial.
“A integração de esforços é fundamental para que possamos produzir em nosso próprio País cada vez mais medicamentos e vacinas que beneficiem a população brasileira e nos permitam economizar recursos”, ressalta o ministro. “Além disso, a atuação cooperada entre Brasil e Cuba na reestruturação da saúde no Haiti possibilita que sejamos mais eficazes no atendimento a uma população tão sacrificada depois do desastre de 2010”.
Os ministérios da Saúde do Brasil e de Cuba atuam em ações conjuntas na reconstrução do setor no Haiti. Desde 2004, por mandato da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil chefia a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH). Além de manutenção da paz, exerce ajuda humanitária, ampliada depois do terremoto de janeiro de 2010 naquele país. Dos R$ 135 milhões garantidos em lei para repasse do governo brasileiro ao Haiti, R$ 69,9 milhões foram executados em 2011 em ações de saúde, agricultura e defesa.
Fonte: Portal da Saúde do MS
Brasil reforça ações de saúde com Cuba e Haiti
Jan 30, 2012 - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, desembarcou segunda-feira, 30 de janeiro, em Cuba, em comitiva da presidente Dilma Rousseff, com a missão de aprofundar ainda mais a cooperação em pesquisas, desenvolvimento de medicamentos e transferência tecnológica entre os dois países. Acordos bilaterais já existentes envolvem 38 projetos na área de saúde, 12 deles tidos como prioritários – referem-se principalmente à terapia e ao diagnóstico de diferentes tipos de câncer, tratamento de diabetes e produção de vacinas preventivas e terapêuticas. Na quarta-feira, 1º de fevereiro, a comitiva chega ao Haiti, país que teve liberados R$ 69,9 milhões no ano passado pelo governo brasileiro para ações de saúde, agricultura e defesa. O diretor-geral do INCA, Luiz Antônio Santini, integra a comitiva presidencial.
“A integração de esforços é fundamental para que possamos produzir em nosso próprio País cada vez mais medicamentos e vacinas que beneficiem a população brasileira e nos permitam economizar recursos”, ressalta o ministro. “Além disso, a atuação cooperada entre Brasil e Cuba na reestruturação da saúde no Haiti possibilita que sejamos mais eficazes no atendimento a uma população tão sacrificada depois do desastre de 2010”.
Os ministérios da Saúde do Brasil e de Cuba atuam em ações conjuntas na reconstrução do setor no Haiti. Desde 2004, por mandato da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil chefia a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (MINUSTAH). Além de manutenção da paz, exerce ajuda humanitária, ampliada depois do terremoto de janeiro de 2010 naquele país. Dos R$ 135 milhões garantidos em lei para repasse do governo brasileiro ao Haiti, R$ 69,9 milhões foram executados em 2011 em ações de saúde, agricultura e defesa.