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Prejuízo com fraudes na indústrias do tabaco em Alagoas chega a R$ 535 mi

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Feb 9, 2017 - O Ministério Público Estadual (MPE) e a Polícia Civil (PC) revelaram, em coletiva à imprensa nesta terça-feira (7), mais detalhes sobre a operação desencadeada para combater fraudes praticadas pela indústria do tabaco. O prejuízo calculado com a falta de recolhimento de impostos chega a R$ 535 milhões em Alagoas.
Chamada de Nicotina, a ação cumpriu mandados nas cidades de Maceió e Arapiraca. Segundo o promotor Cyro Blater, a força-tarefa tem como objetivo acabar com fraudes fiscais. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária, cinco de condução coercitiva e nove de busca e apreensão.
Esta foi apenas a primeira fase da operação, que tem um trabalho conjunto com a  Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal e aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Conexos (Gaesf). O inquérito tramita na 17ª Vara de Combate ao Crime Organizado.
Além das prisões, foram apreendidas inúmeras CPUs e diversos documentos, que, segundo o promotor, são provas de extrema relevância. Carimbos, contratos falsos e veículos também estão entre as apreensões. Em Arapiraca, os agentes recolheram, em uma empresa de fachada, 400 caixas de cigarro no valor de R$ 1 milhão.
Secretário da Fazenda, George Santoro acrescentou que a investigação teve início há seis meses e os indícios partiram do setor de Inteligência da Sefaz e da Gerência de Mercadoria e Trânsito.
"Apreendemos a mercadoria, além de prender pessoas que afetam a concorrência desleal com fabricantes que pagam seus tributos em dia. Ano apos ano, o mercado do tabaco em Alagoas vem caindo com a invasão desses 'comerciantes'. São fraudes sofisticadas que envolvem diversos tipos de crimes", disse o titular da Sefaz.
Responsável pelo inquérito, o delegado Acácio Júnior afirmou que duas pessoas foram presas em Arapiraca e houve a condução coercitiva. Um dos presos é uma advogada e com elas também foram apreendidos documentos que apontam envolvimento na organização. Um irmão dela também foi detido por porte ilegal de armas.
"O inquérito está apenas começando. As oitivas se darão hoje à tarde e outras pessoas que estão acima da cadeia dessa organização podem ser presas. A organização tem atuação em cerca de 15 estados", disse o delegado, acrescentando que a mercadoria é produzida em uma indústria no Rio de Janeiro e distribuída para Alagoas.
A polícia investiga agora a participação de servidores públicos e deve pedir a prisão preventiva dos detidos, já que os mandados foram temporários. Além da advogada, está confirmada a participação de contabilistas.
A coletiva foi conduzida pelos promotores Cyro Blater, coordenador do Gaesf, criado há um mês; e Delfino Costa Neto, junto com os delegados Acácio Júnior e Fabrício Lima, que atua no combate à lavagem de dinheiro no Estado, e o secretário da Fazenda, George Santoro.

Fonte: Gazeta Web

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