TIPOS DE CÂNCER
Anal
Bexiga
Boca
Colorretal
Colo do Útero
Esôfago
Estômago
Fígado
Infantil
Laringe
Leucemia
Linfoma de Hodgkin
Linfoma não-Hodgkin
Mama
Ovário
Pâncreas
Pele Melanoma
Pele não Melanoma
Pênis
Próstata
Pulmão
Testículo
Tumores de Ewing
 
ACESSO À INFORMAÇÃO
CÂNCER
O que é
Prevenção
Tipos de Câncer
Tratamento
Transplante de Medula
Cuidados Paliativos
Orientações ao Paciente e Familiares
Redes
INCA
Sobre o Instituto
História
Transparência Pública
Voluntariado do INCA
Campus Integrado
AÇÕES E PROGRAMAS
O que é
Agenda Estratégica
Programas e Ações no Brasil
Cooperação Internacional
Datas Institucionais
ENSINO
PESQUISA
COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO
Comunicação em Câncer
Agência de Notícias
Sala de Imprensa
INCA na Mídia
Rede de Bibliotecas
Publicações
ESTATÍSTICAS DO CÂNCER
 
Leucemia

Tratamento

Veja a Galeria de Fotos!

Principais procedimentos médicos no tratamento da leucemia

  1. Mielograma: Exame de grande importância para o diagnóstico (análise das células) e para a avaliação da resposta ao tratamento, indicando se, morfologicamente, as células leucêmicas foram erradicadas da medula óssea (remissão completa medular). Esse exame é feito sob anestesia local e consiste na aspiração da medula óssea seguida da confecção de esfregaços em lâminas de vidro, para exame ao microscópio. Os locais preferidos para a aspiração são a parte posterior do osso ilíaco (bacia) e o esterno (parte superior do peito). Durante o tratamento são feitos vários mielogramas.

  2. Punção lombar: Consiste na aspiração do líquor (líquido claro que circula entre as membranas que forram a medula) para exame citológico e também para injeção de quimioterapia com a finalidade de impedir o aparecimento (profilaxia) de células leucêmicas no SNC ou para destruí-las quando existir doença (meningite leucêmica) nesse local. É feita na maioria das vezes com anestesia local e poucas vezes com anestesia geral, indicada para crianças que não cooperam com o exame.
  3. Cateter Venoso Central: Como o tratamento da leucemia aguda pode durar até três anos e requer repetidas transfusões e internações, recomenda-se a implantação de um cateter de longa permanência em uma veia profunda, para facilitar a aplicação de medicamentos e derivados sanguíneos, além das frequentes coletas de sangue para exames, evitando punções venosas repetidas e dolorosas.

  4. Transfusões: Durante o tratamento, principalmente na fase inicial, os pacientes recebem, quase diariamente, transfusões de hemácias e de plaquetas, enquanto a medula óssea não recupera a hemopoese (produção e maturação das células do sangue) normal.

Copyright © 1996-2012 INCA - Ministério da Saúde
A reprodução, total ou parcial, das informações contidas nessa página é permitida sempre e quando for citada a fonte.
Gerenciado pelas divisões de Comunicação Social e Tecnologia da Informação